Comportamento
©Mariana Baptista/Anistia Internacional Brasil
Neste Dia das Mães, a Anistia Internacional está convocando apoiadores ao redor do mundo para atuar por outras mães: mulheres ativistas que lutam pelos direitos de suas famílias e comunidades. Na promoção-cidadã, o apoiador faz uma doação de R$50 ou mais para ajudar uma mãe em necessidade e ganha de brinde um cartão de Dia das Mães.

"A sua doação garante o nosso trabalho pela libertação de prisioneiras de consciência, a proteção de defensoras de direitos humanos e pelo fim da violência contra a mulher, entre outras ações de direitos humanos. São mulheres que tiveram seus direitos fundamentais violados e precisam da sua ajuda para obter justiça e passar um Dia das Mães tranquilo com sua família", explica o texto oficial.

Conheça alguns casos em que a Anistia Internacional interviu com sucesso e/ou continua em campanha:

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Claudia Medina, México
Militares invadiram a casa de Claudia Medina durante a madrugada. Levaram-na para um quartel onde foi torturada e forçada a assinar uma falsa confissão dizendo que pertencia a uma quadrilha de tráfico de drogas. Sua vida foi virada de cabeça para baixo. “Não pude mais ser uma mãe cem por cento para meus filhos,” ela disse. Claudia teve de bater de porta em porta buscando justiça. Dois anos depois do ocorrido, com pressão e visibilidade internacional para seu caso, as acusações contra ela foram finalmente retiradas.

Yorm Bopha com a mãe depois de libertada

Yorm Bopha, Camboja
Ativista pelo direito à moradia, Yorm Bopha é uma apaixonada defensora de sua comunidade no Camboja, onde milhares de pessoas têm sido removidas de suas casas pelo governo. Yorm foi presa com uma acusação falsa, mesmo sem existir nenhuma prova contra ela. Um ano depois, após muita pressão internacional, ela foi libertada sob fiança e pôde se reunir com seu filho e família. Yorm segue defendendo o direito à moradia adequada em seu país.

Dilorom Abdukadirova

Dilorom Abdukadirova, Uzbequistão
Preocupada com a situação econômica de seu país, Dilorom participou de uma manifestação. Quando a polícia começou a atirar contra a multidão, ela fugiu. Centenas de pessoas foram mortas naquele dia. Dilorom conseguiu passar alguns anos como refugiada em outros países, mas decidiu voltar, com saudade de seus quatro filhos. Ao chegar no aeroporto, ela foi presa, condenada a 18 anos de prisão e submetida a maus-tratos. A Anistia segue pressionando o governo pela libertação de Dilorom, para que ela possa voltar para casa e rever sua família.

Ajude a fazer com que essas e outras famílias possam passar um Dia das Mães unidas. Dê um presente que pode fazer a diferença.

Confira aqui a arte do cartão que você ganha ao doar R$50 ou mais: