Comportamento

Video! Especialista fala sobre como 'tomar as rédeas das suas reações'

Como você reage às situações inesperadas? Se aborrece, perde o controle, grita, xinga, se entristece, desiste....

Estudos mostram que os fatos que acontecem conosco podem ter finais melhores ou muito piores, dependendo do tipo de reação que decidimos ter.

A psicóloga e couching Ana da Luz, especialista em treinamento pessoal e profissional, exemplifica isso, no vídeo que você confere abaixo, mostrando como podemos ser mais eficazes na nossa vida diante de situações inesperadas.

Confira!

Dia das mães: Anistia Internacional convoca filhos a ajudarem em campanha solidária

©Mariana Baptista/Anistia Internacional Brasil
Neste Dia das Mães, a Anistia Internacional está convocando apoiadores ao redor do mundo para atuar por outras mães: mulheres ativistas que lutam pelos direitos de suas famílias e comunidades. Na promoção-cidadã, o apoiador faz uma doação de R$50 ou mais para ajudar uma mãe em necessidade e ganha de brinde um cartão de Dia das Mães.

"A sua doação garante o nosso trabalho pela libertação de prisioneiras de consciência, a proteção de defensoras de direitos humanos e pelo fim da violência contra a mulher, entre outras ações de direitos humanos. São mulheres que tiveram seus direitos fundamentais violados e precisam da sua ajuda para obter justiça e passar um Dia das Mães tranquilo com sua família", explica o texto oficial.

Conheça alguns casos em que a Anistia Internacional interviu com sucesso e/ou continua em campanha:

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Claudia Medina, México
Militares invadiram a casa de Claudia Medina durante a madrugada. Levaram-na para um quartel onde foi torturada e forçada a assinar uma falsa confissão dizendo que pertencia a uma quadrilha de tráfico de drogas. Sua vida foi virada de cabeça para baixo. “Não pude mais ser uma mãe cem por cento para meus filhos,” ela disse. Claudia teve de bater de porta em porta buscando justiça. Dois anos depois do ocorrido, com pressão e visibilidade internacional para seu caso, as acusações contra ela foram finalmente retiradas.

Yorm Bopha com a mãe depois de libertada

Yorm Bopha, Camboja
Ativista pelo direito à moradia, Yorm Bopha é uma apaixonada defensora de sua comunidade no Camboja, onde milhares de pessoas têm sido removidas de suas casas pelo governo. Yorm foi presa com uma acusação falsa, mesmo sem existir nenhuma prova contra ela. Um ano depois, após muita pressão internacional, ela foi libertada sob fiança e pôde se reunir com seu filho e família. Yorm segue defendendo o direito à moradia adequada em seu país.

Dilorom Abdukadirova

Dilorom Abdukadirova, Uzbequistão
Preocupada com a situação econômica de seu país, Dilorom participou de uma manifestação. Quando a polícia começou a atirar contra a multidão, ela fugiu. Centenas de pessoas foram mortas naquele dia. Dilorom conseguiu passar alguns anos como refugiada em outros países, mas decidiu voltar, com saudade de seus quatro filhos. Ao chegar no aeroporto, ela foi presa, condenada a 18 anos de prisão e submetida a maus-tratos. A Anistia segue pressionando o governo pela libertação de Dilorom, para que ela possa voltar para casa e rever sua família.

Ajude a fazer com que essas e outras famílias possam passar um Dia das Mães unidas. Dê um presente que pode fazer a diferença.

Confira aqui a arte do cartão que você ganha ao doar R$50 ou mais:

Fofura! Relembre o momento em que o Charlie Brown conhece o Snoopy

O site Razões para Acreditar encontrou uma pérola para encher de alegria os corações dos fãs de desenho animado. É o episódio em que o garotinho Charlie Brown se encontra pela primeira vez com o seu fiel amigo, Snoopy.

Confira!

OAB cria Comissão da Verdade sobre a Escravidão


A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti, participa da cerimônia de posse da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra (Elza Fiúza/Agência Brasil)

Ccerimônia de posse da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra - Elza Fiúza/Agência Brasil

Resgatar a história da população negra no Brasil, inclusive as atrocidades cometidas à época da escravatura, para fazer sugestões de políticas públicas e ações afirmativas para construir uma igualdade plena no pais – este é o objetivo da Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão Negra criada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados Brasil (OAB).

Inspirado na Comissão Nacional da Verdade, que investigou o período da ditadura militar no Brasil, o grupo, composto por 57 membros – dez advogados, 35 consultores e 15 convidados do Judiciário e do Ministério Público – terá prazo de dois anos para concluir o trabalho. A expectativa é que um relatório parcial das atividades seja divulgado no final deste ano, já o documento final está previsto para dezembro de 2016.

“Queremos buscar todas aquelas ações da escravidão que persistem até hoje e fazem do país um campeão da luta contra a desigualdade, da discriminação e do racismo. É preciso que investiguemos a fundo os fatos da escravidão, assim como a Comissão Nacional da Verdade investigou fatos da ditadura e da tortura que persistem até hoje, a nossa comissão também pretende abolir, encerrar, banir os fatos que existem na escravidão até hoje”, destacou o presidente do colegiado, que tomou posse hoje, Humberto Adami.

Para a realização dos trabalhos, a ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, disse que o governo federal estará à disposição para ajudar no que for necessário. A comissão também terá parcerias com entidades como a Fundação Zumbi dos Palmares, o Instituto de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro) e o Instituto Nzinga Mulher Negra, além de universidades brasileiras.

Apesar do esforço no âmbito da OAB, o presidente da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, cobrou do governo federal uma comissão nos moldes da que foi empossada hoje pela Ordem. “Somos um só Brasil. Queremos uma nação de iguais. O fim do racismo e do preconceito, não admitindo a intolerância e a discriminação, são fundamentais para a construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna.”

A cerimônia de posse da comissão teve a apresentação da banda mirim do Olodum, de Salvador; da cantora Martinha do Coco e do grupo Tambores do Paranoá, do Distrito Federal. Quilombolas de Paracatu, em Minas Gerais, também se apresentaram no evento.

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti, participa da cerimônia de posse da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra (Elza Fiúza/Agência Brasil)

         A  banda  mirim  do  Olodum  tocou  na  cerimônia  de  posse  da  comissão       Elza  Fiúza/Agência  Brasil

*Via Agência Brasil

Ajude Raif: blogueiro está sendo linchado em praça pública na Arábia Saudita

Raif Badawi|©Privado

Raif Badawi|©Privado

A Anistia Internacional confirmou que a cruel pena do ativista saudita Raif Badawi, condenado a mil chicotadas infligidas em público, começou a ser executada logo após as preces desta sexta-feira, 9 de janeiro, em frente a mesquita de Al-Jafali, em Jeddah, a segunda maior cidade da Arábia Saudita.

Clique aqui para ajudar Raif Badawi!

Testemunhos obtidos pela organização de direitos humanos afirmam que Raif Badawi chegou em um carro na praça de frente para a mesquita, do qual saiu algemado. Rodeado por uma multidão e numerosos agentes da polícia, o ativista recebeu então 50 chicotadas nas costas. Tudo durou cerca de 15 minutos, ao fim Raif Badawi foi levado de volta para o carro, que partiu de regresso à prisão.

“A flagelação de Raif Badawi constitui um ato perverso de crueldade que está expressamente proibido pela lei internacional”, sublinha o vice-diretor da Anistia Internacional para o Oriente Médio e Norte da África, Said Boumedouha. “Ao ignorar os apelos internacionais para cancelar a execução das chicotadas, as autoridades da Arábia Saudita demonstraram um desrespeito repugnante pelos mais básicos princípios de direitos humanos”, prossegue.

Raif Badawi | ©Privado

Raif Badawi | ©Privado

A Anistia Internacional considera que Raif Badawi é um prisioneiro de consciência, cujo único “crime” foi exercer o seu direito de liberdade de expressão, ao manter um site onde era promovido o debate público de ideias e opiniões. E deve ser, por isso, imediatamente e incondicionalmente libertado.

Raif Badawi – um dos casos da campanha global da Maratona de Cartas de 2014 – foi condenado por “blasfêmia” no ano passado numa pena de dez anos de prisão, de mil chicotadas e de uma multa de um milhão de riais (cerca de 265 mil dólares), por ter criado um fórum de discussão online aberto ao debate, e onde as autoridades dizem ter “insultado o Islã”. As mil chicotadas serão aplicadas ao longo de 20 semanas.

Clique aqui para ajudar Raif Badawi!

“É arrepiante pensar que Raif Badawi tem pela frente 19 semanas de flagelação nestes próximos meses. As autoridades sauditas têm de agir de imediato para que não sejam aplicadas mais chicotadas”, afirma Said Boumedouha.

Todas as formas de penas físicas, incluindo chicotadas, são proibidas pelas leis internacionais que banem a tortura e outros maus-tratos e punições cruéis, desumanas ou degradantes. “Esta é uma sentença brutal. É horrível pensar que uma pena perversa e cruel de tal forma seja imposta a alguém que não é culpado de nada mais do que ter criado um fórum aberto de discussão e exercer pacificamente o seu direito à liberdade de expressão”, frisa o diretor da Anistia Internacional para o Oriente Médio e Norte da África, Philip Luther.

Fonte: Anistia Internacional Brasil