Cultura e Arte

Museu da Casa Brasileira realiza exposição de artesãos brasileiros

 

Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e a Floristas Produções realizam a primeira edição do Mercado Manual, um evento com ares de festival que reunirá palestras, oficinas, música, atrações infantis e gastronomia, ao lado de mais de 50 expositores. A programação acontece nos dias 4 e 5 de dezembro, das 10h às 20h, com entrada gratuita.

Com o objetivo de valorizar e divulgar o trabalho da comunidade de artesãos e incentivar o empreendedorismo e a criatividade, o Mercado Manual apresenta produtos e serviços autorais nas áreas de artes plásticas, casa e decoração, fotografia, jóias e bijuterias, sapatos, bolsas e acessórios, papelaria, moda, saúde e bem-estar.

Além de poder adquirir peças e serviços junto aos expositores, o público também terá a disposição uma extensa programação durante os dois dias do evento. Haverá atrações musicais, oficinas de serigrafia, tricô, terrários, block print (método para impressão de estampas) e palestras sobre economia criativa, artesanato contemporâneo, empreendedorismo e apresentação de casos. 

Das atrações infantis, na sexta-feira (4) o destaque vai para a oficina-espetáculo O Batizado do Boi Luzeiro, um conto inspirado nas tradições e brincadeiras de boi de todo o Brasil e, no sábado (5), para o cortejo musical Pra Gente Grande e Pequena, da Orquestra Modesta. As informações completas sobre o evento estarão disponíveis, em breve, no site www.mcb.org.br e www.redemanual.com.br.

PROGRAMAÇÃO MERCADO MANUAL 

4 e 5 de dezembro, das 10h às 20h – Entrada gratuita 

Expositores

4 Hands A Compoteira A figurinista Açay Frooty Alexandre Fauza Amuse food Beatriz Chachamovicz, Yasim Flores Brigaderô Cabana Capitu cerveja Carta Branca Cha ye Chocolate Notebooks Confeitaria Comas Cosi Home Cuca Cacau CuiCui Ateliê Cumbuca Dani Ruiz Deli Jewels Flavia Del Pra Fora de Série Gandaiá de Brincar Gui Bonfim Gibb (Fawsia) Heloisa Galvão il Casalingo Jacqueline Faus Jaque Leff Kiiro Estamparia Kimonaria Kor Atelier Luda Lima Marcenaria Marcenetto / Amapá Flowers Maria Fernanda Chadad Maria Nuvem / Santa expedita Marionete Mombô Moa Estúdio MyFots Nola Decor Okan Parco Design Paula Juchem Primeira Folha Restaurante Santinho Rive Beachwear Roberta Handmade Rural Skate Sal do Beija Flor Santa Graça Santo Sabão Senorita Galante Sohá Suppa Tucum Brasil (ok via email) Um Reino

Atração Infantil

Brinquedos Erelab

Sexta-Feira, 4 de dezembro

10h30 – Música | DJ Mari Rossi 
11h - Oficina de "Block Print" (estamparia) com Okan (12 vagas)
12h30 – Roda de Conversa Empreendedorismo e o Artesão Contemporâneo - Bazar da Praça | com Carol Toledo e Fe Nogueira
13h – Música | Sole Yaya (harpista) e DJ K_ri
14h – Oficina Serigrafia Artesanal com Kiiro (10 vagas)
15h30 – Oficina Terrários com Dani Ruiz
17h – Apresentação O Batizado do Boi Luzeiro por Odeir Santos
18h30 – Música | Vanessa Moreno e Quarteto

Sábado, 5 de dezembro

10h - Yoga Live- Prática + música com Daniela Zylbertajn e DJ Mari Rossi
11h – Oficina de Tricot com Srta Galante (30 vagas)
11h30 – Música | Cortejo Musical para Gente Grande e Pequena por Orquestra Modesta de Fernando Escrich
12h30 – Roda de Conversa A Trajetória do Projeto Flor Gentil por Helena Lunardelli
13h20 – Roda de Conversa Diário de Bordo Andarilha: sobre percursos criativos com afeto por Ana Luiza Gomes
14h – Música | Abrigação por Angelo Mundi, Fabio Barros e PH Mazzilli
14h30 - Oficina de crochet por Coletivo Agullha (30 vagas)
15h – Roda de Conversa Espaços lúdicos nas cidades e a criação de um território da criança no espaço público por Honi Hirsch
17h – Música | Banda Camará por Victor Cremasco, Raphael Amoroso, Ruiz Mattos, Roberto Fredericci, Jorginho da Silva
18h30 – Música | Chico Saraiva & Saraivada

Mercado Manual

4 e 5 de dezembro, sexta e sábado das 10h às 20h – Entrada Gratuita
Acesse a programação completa nos sites www.mcb.org.br e www.redemanual.com.br
Local: Museu da Casa Brasileira - (11) 3032-3727
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano 
www.mcb.org.br

Anistia Internacional promove ocupação cultural gratuita em São Paulo; veja programação

O espaço Matilha Cultural em São Paulo será a segunda casa da Anistia Internacional no Brasil durante os meses de setembro e outubro. A organização, que tem sede no Rio de Janeiro, ocupará a Matilha Cultural, no centro da capital paulista, com a mostra “Setembro Verde: Jovem Negro Vivo” a partir do dia 22. 

Com exposição visual, ciclo de debates, happy hour com nomes como o rapper KL J e programação de cinema, incluindo exibição dos filmes 'Sabotage', 'À Queima Roupa' e 'O Estopim', a iniciativa gratuita vai promover a campanha de Direitos Humanos na maior cidade do país. O objetivo é romper com a indiferença da sociedade a respeito dos altos índices de homicídios, em especial entre os jovens negros.

Dos 56 mil assassinatos registrados no país,
30 mil são de jovens entre 15 e 29 anos.
77% são negros. (Mapa da Violência 2012)

Para aprofundar o debate, a Anistia Internacional lançou no início de agosto uma pesquisa sobre a homicídios cometidos pela Polícia Militar, em especial no Rio de Janeiro. Nos últimos cinco anos, homicídios decorrentes de intervenção policial corresponderam em média a 16% do total de assassinatos na capital fluminense.

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A mobilização pela campanha Jovem Negro Vivo em São Paulo acontece em meio às investigações sobre o envolvimento de policiais militares na chacina que vitimou 19 pessoas em Osasco no mês passado, e em um contexto de aumento das mortes praticadas por policiais no Estado. De acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o número de pessoas mortas por policiais em serviço no estado aumentou 105% entre 2013 e 2014, saltando de 346 para 708 óbitos. Somente no primeiro semestre de 2015, foram 358 pessoas mortas pela polícia, um aumento de 9,8% comparado ao mesmo período de 2014.

“A crença de que vivemos uma ‘guerra às drogas’ e que matar ‘traficantes’ faz parte desse combate tem sido usada como justificativa para uma polícia que faz uso excessivo, desnecessário e arbitrário da força, com frequência inaceitável da força letal. Nessa dinâmica, o grupo social mais atingido é o de jovens negros moradores de favelas e periferias”, alerta Atila Roque, Diretor Executivo da Anistia Internacional.

“A política de segurança pública não deve ser
incompatível com o respeito à vida”. Atila Roque,
Anistia Internacional Brasil

Entre os parceiros da ocupação Jovem Negro Vivo na Matilha Cultural estão organizações e movimentos que atuam na agenda de segurança pública e juventude como Mães de Maio, Ação Educativa, Conectas, Instituto Sou da Paz e Justiça Global.

Programação Dia a Dia:

22 de setembro – Abertura
16h – Visita guiada exclusiva para jornalistas. Bate-papo com Renata Neder, assessora de direitos humanos da Anistia Internacional, sobre a campanha Jovem Negro Vivo e o relatório “Você Matou Meu Filho: Homicídios cometidos pela Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro”.
17 a 19h – Sessões do filme “Sabotage”.
19h30 – Bate-papo sobre a Campanha Jovem Negro Vivo, da Anistia Internacional com Renata Neder e o rapper GOG
21h – Lançamento do videoclipe “Heroínas e Heróis”- Projeto Nave e GOG.

Filme sobre o rapper "Sabotage" estará na mostra: 

23 de setembro
19h – Happy Hour Matilha com DJ King

24 de setembro
19h - Happy Hour Matilha Notas reais
19h – Exibição do filme “Sem pena”
21h – Exibição do Filme “O Estopim”

25 de Setembro
19h – Exibição do filme “Sem pena”
21h – Exibição do Filme “O Estopim”

26 de setembro
16h – Exibição do filme “Sem pena”
20h – Exibição do Filme “O Estopim”

27 de Setembro
20h – Exibição do Filme “O Estopim”

29 de Setembro
19h30 -22h: Debate: Homicídios Decorrentes de Intervenção Policial no Brasil
Coordenação: Anistia Internacional
Convidados: Atila Roque, Anistia Internacional; Debora Maria, Movimento Mães de Maio; Daniela Skromov de Albuquerque, Defensoria Pública de São Paulo.


30 de setembro
19h – Happy Hour Matilha com DJ KL-J

1 de outubro
20h – Exibição do Filme “O Estopim”

2 de outubro
20h – Exibição do filme “À Queima Roupa”

3 de outubro
16h - Exibição do filme “O Estopim”
18h - Exibição do filme “Sem Pena”
20h - Exibição do filme “À Queima Roupa”

4 de outubro
20h - Exibição do filme “À Queima Roupa”

Filme 'À Queima Roupa':


6 de outubro
19h30-22h - Debate: Política de Drogas e Criminalização da Juventude
Coordenação: Conectas (convidados a confirmar)

7 de outubro
19h - Happy Hour Matilha com DJ King

8 de outubro
19h - Happy Hour Matilha Notas reais

10 de outubro
16h – Exibição do filme “Sem Pena”
18h – Exibição do filme “À Queima Roupa”

11 de outubro
20h – Exibição do filme “O Estopim"

Filme 'O Estopim' na Mostra:

13 de outubro
19h30-22h: Debate: Controle de Armas e Violência
Coordenação: Instituto Sou da Paz (convidados a confirmar)

14 de outubro
19h - Happy Hour Matilha KL-J

20 de outubro
19h30-22h: Debate : Desmilitarização da Segurança Pública
Coordenação: Justiça Global (convidados a confirmar).

21 de outubro
19h - Happy Hour Matilha Dj King

22 de outubro
19h - Happy Hour Matilha Notas reais

:: Jovem Negro Vivo @ Matilha Cultural

Abertura: 22 de setembro, às 19h30
Valor: Mostra, debates e filmes gratuitos. Happy Hours: Entrada colaborativa de R$ 5
Debates e filmes sujeitos à lotação do espaço. 68 lugares; 2 cadeirantes
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h; exceto sábados, das 14h às 20h
Endereço: R. Rêgo Freitas, 542 – República
Tel.: (11) 3256-2636
Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
www.matilhacultural.com.br

Estrelas do grafite brasileiro brilham no 948º aniversário da capital da Bielorrússia

O festival de “street art” Vulica Brasil acaba de finalizar sua segunda edição, dessa vez, celebrando junto o aniversário da capital da Bielorrússia. A “rua brasileira” se encheu de arte e criatividade, levando cores inéditas a murais gigantes na cidade de Minsk, promovendo, ainda, interação entre estrelas do grafite brasileiro e artistas locais. 

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Este ano participaram do evento, ocorrido de 30 de Agosto a 12 de Setembro, quatro artistas brasileiros de renome internacional, o dobro da primeira edição ocorrida em 2014.



A iniciativa e organização é da Embaixada do Brasil na República de Belarus, com produção e curadoria da Gata Produções & DTC, e patrocínios da Alivaria e academia Moby Dick.

Foram eles: a dupla consagrada OSGEMEOS – irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (São Paulo), Rimon Guimarães (Curitiba) e Thiago Toes (São Bernardo do Campo). Cada um com seu estilo, imprimindo nas paredes da cidade o universo sideral, as cores do povo e um gigante em terceira dimensão.

De acordo com os organizadores, o festival VULICA BRASIL amplia o diálogo cultural com os anfitriões e proporciona plataforma para que brasileiros e bielorrussos criem juntos.

Representaram a arte local os seguintes mestres do spray: Cowek (Lida), Kontra (Vialikiya Matykaly) e Izum (Minsk). Eles eternizarão lendas e personagens folclóricos bielorrussos ao lado do legado criativo trazido do Atlântico Sul.

Intercâmbio
Mural após mural, por duas semanas os artistas exploraram a conexão entre os dois países e, ao final da jornada, quem ganhou foi a cidade de Minsk - com uma serie de novas obras de arte, no dia do seu 948º aniversário, 12 de setembro de 2015. A festa se deu com uma grande comemoração no coração da capital, ao longo da Rua Oktyabrskaya, que àquela altura abrigou nada menos que 4 murais produzidos pelo VULICA BRASIL.

Outros pontos de destaque do festival foram o encontro criativo para debate entre artistas dos dois países e o público local, além da visita a orfanato por toda a equipe do festival, momento especial quando as crianças bielorrussas se aproximaram da arte por meio de atividades lúdicas com as estrelas do VULICA BRASIL.

Thiago Toes em ação:

Rimon Guimaraes no Vulica Brasil:

 

Morre no Rio Orlando Orfei, um dos maiores nomes do circo

Fundador do Circo Nazionale D'Itália e do Tivoli Park e um dos maiores nomes do circo mundial, o artista Olrlando Orfei morreu na noite de sábado (1º) , aos 95 anos. Ele teve pneumonia e estava em coma induzido desde o dia 16, no Hospital do Coração de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Orlando Orfei é da quinta geração de uma família circense. A tradição começou em 1820, quando o bisavô dele, que era padre, largou a batina por amor. Orlando Orfei nasceu cem anos depois, em 1920, na Itália, e começou no circo aos cinco anos de idade, como palhaço. Também foi equilibrista, malabarista, mágico e domador.

O artista veio ao Brasil no final da década de 1960, para o Festival Mundial do Circo, e se apaixonou pelo país. Em 1969, inaugurou o Circo Nazionale D'Itália, em São Paulo, e, em 1972, fundou o Tivoli Park, no Rio de Janeiro. Durante duas décadas, o Tivoli foi um dos parques de diversões mais famosos do país.

O corpo de Orlando Orfei será velado nesta segunda-feira (3), a partir das 14h, no Cemitério Jardim da Saudade de Mesquita. O enterro será na terça-feira (4).

Tesouro escondido: obra de mestre do barroco brasileiro é restaurada em Salvador

Uma verdadeira maratona está sendo executada para o resgate histórico da pintura do forro da nave da Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Domingos Gusmão, atribuída a José Joaquim da Rocha, maior pintor do barroco brasileiro. O conjunto de edificações e a igreja, pertencentes à Venerável Ordem Terceira de São Domingo Gusmão, localizados no Centro Histórico de Salvador, são os primeiros monumentos baianos a receber investimento do PAC Cidades Históricas, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  (Iphan), que contratou serviços técnicos especializados de arquitetura e engenharia, no valor de R$ 7,5 milhões.  

A igreja foi construída em 1731 em alvenaria de pedra e tijolo, com fachada rococó e uma torre terminada em bulbo, ficando a outra inconclusa. Já a pintura no forro da nave com 173 metros quadrados, de concepção ilusionista barroca, teria sido executada por volta de 1781, segundo Carlos Ott, autor da publicação intitulada Escola Baiana de Pintura.

As obras de restauração começaram o ano passado e, ao acessar o forro da nave, constataram-se logo os danos no madeiramento e na pintura. O que seria apenas uma remoção de verniz e limpeza, tornou-se um trabalho inédito realizado em Salvador. 

Pintura descaracterizada
Ascom Iphan-BAA representatividade historiográfica que envolvia a pintura encontrada na nave, levou Júlio Maia, coordenador dos trabalhos, reaturador e artista plástico, especialista em restauração de bens móveis e em gestão e prática de obras de conservação e restauro do patrimônio cultural, a solicitar uma avaliação da mestre e doutoranda pela UNICAMP, Mônica Farias, que desde 2006 estuda a pintura de Falsas Arquiteturas em Salvador, especificamente o legado deixado por José Joaquim da Rocha. 

O forro, segundo documentos do século XIX, passou por três intervenções. Bento Capinam foi o primeiro a intervir, o segundo já em 1877, foi Francisco José Rufino de Sales que não concluiu o trabalho sendo chamado para isso José Antônio da Cunha Couto. No século XX também foram feitas intervenções no forro da nave o que descaracterizou a pintura original. 

No processo de restauração muita coisa específica da paleta de José Joaquim da Rocha reapareceu, incluindo aí as cores e suas nuances, o efeito de luz e sombra, algumas especificidades figurativas, como vasos de flores, guirlandas, anjos, cartelas, pináculos, fragmentos corporais completos. Partes da malha arquitetônica que emoldura a cenografia central com falhas de traça, repintadas em cores opacas e densas escondendo a volumetria, sacadas descontinuadas, são outras agrúrias encontradas e que puderam, dentro das possibilidades, serem resgatadas.

Encontrada folha de ouro
Ascom Iphan-BAOutro fato inédito também foi consagrado nesse processo de restauração, que é a utilização do uso do ouro em uma pintura de tetos em Salvador. Até o presente momento essa ocorrência só era registrada em igrejas europeias, em específico as portuguesas. Encontrar a folha de ouro aplicada em uma pintura de forro aqui insere novas leituras e interpretações não somente para a técnica empregada pelo artista, mas pelo nível de financiamento e efeito cenográfico que a Irmandade empregava para a execução da obra alcançar o desejado, que ultrapassava a questão decorativa. Percebe-se a presença do uso do ouro em muitos lugares nesta pintura, uma técnica que coloca o José Joaquim da Rocha em situação de relevância, pois ele era, também, dourador.

Para Mônica, resgatar a obra na sua fiel intimidade e ir o mais próximo da produção primeva, é consolidar uma história que envolve não apenas um nome, mas a relevância desta para a conjuntura de uma época. 

Restauração de bens móveis e integrados
Além da obra original de José Joaquim da Rocha, foram descobertas ainda pinturas subjacentes nas paredes dos corredores laterais, nas paredes da nave, na parte alta próxima ao forro e nas paredes da capela-mor, no alto ao fundo das sanefas. Na sacristia foram reveladas pinturas escaioladas (imitação de mármore) nas tábuas da cimalha do forro com frisos em prata, em todas as cercaduras das portas e das janelas, nas molduras das telas. 

A intervenção proposta na Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Domingos Gusmão contempla a execução de obras que promoverão o restauro dos bens imóveis, dos bens integrados e da imaginária da Arte Sacra, guardadas no interior da igreja e a requalificação dos espaços internos promovendo a acessibilidade universal a todos os seus ambientes internos. Serão também readequadas as instalações elétricas para atender as novas cargas exigidas. 

Assista ao vídeo: