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Festival de Amsterdã financia documentários com até 5 mil euros; inscrições abertas

 



O IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdã está com o prazo de inscrição aberto para o IDFA Bertha Fund, fundo de investimentos para documentários criativos. Realizadores brasileiros podem se inscrever, até o dia 15 de maio, na chamada que oferece apoio para o desenvolvimento de projetos. O valor do aporte pode chegar a até 5 mil euros.

Para inscrever um projeto de documentário, é necessário preencher, em inglês, a ficha disponível no site do IDFA. O realizador também pode mandar um link ou um DVD de um trabalho anterior, caso julgue relevante.

Além do aporte financeiro, o IDFA apoiará os projetos selecionados de outras maneiras, que serão determinadas juntamente com seus idealizadores após a seleção. Clique aqui para acessar o regulamento.

Para mais informações, acesse o site oficial do IDFA Bertha Fund.

Via Ancine

Concurso de fotografia dará prêmios de US$ 10 mil; inscrições abertas

Fotógrafos amadores e profissionais podem participar de um concurso com um prêmio de US$10.000. O International Photography Award organiza sua competição anual com 11 categorias profissionais: publicidade, arquitetura, perspectiva mais profunda, editorial, evento, livro de fotografia, arte, imagem em movimento, natureza, gente e especial (fotografia noturna e imagens retocadas digitalmente).

O vencedor de cada categoria vai competir pelo prêmio em dinheiro e o título "Fotógrafo Internacional do Ano". Os vencedores estudantess e amadores em categorias não-profissionais vão competir pelo título "Descoberta do Ano", uma estatueta e um prêmio em dinheiro de US$5.000.

Uma seleção de 45 imagens dos trabalhos vencedores será apresentada em uma exposição em Nova York.

As taxas de inscrição variam de US$25 a US$60, com desconto para inscrições enviadas até 30 de abril. Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Via ijnet.org

MinC cria nova Secretaria de Educação e Formação Artística e Cultural


O Ministério da Cultura (MinC) está criando a Secretaria de Educação e Formação Artística e Cultural (Sefac). Quem assume a nova área é Juana Nunes, que coordenava esta pauta na Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura, da Secretaria de Políticas Culturais (SPC).
 
A Sefac nasce conectada com o desafio proposto pela presidenta Dilma Rousseff de uma "Pátria Educadora" (lema do governo federal a partir deste ano) e atenta à importância da inserção das práticas e saberes culturais nos processos educativos, como um caminho para a qualificação e a ampliação do repertório cultural de crianças e jovens de todo país e garantia de seus direitos culturais.
  
A nova secretaria consolida e amplia programas e ações já existentes no Ministério da Cultura. Desde 2011, são desenvolvidas, em parceria com o Ministério da Educação, iniciativas para as instituições públicas de ensino, como os Programas Mais Cultura nas Escolas, Mais Cultura nas Universidades e Pronatec Cultura. A Sefac também abrigará a pauta de formação e qualificação artística e cultural.
 
Com essas ações, o Ministério da Cultura reconhece a importância estratégica de ações intersetoriais para alcançar a democratização do conhecimento, a universalização do acesso à cultura e o desenvolvimento de uma sensibilidade estética crítica, comprometida com a diversidade cultural do país.
 
O maior objetivo da Secretaria será o desenvolvimento do Programa Nacional de Formação Artística e Cultural. A meta é fomentar o diálogo entre as diversas práticas culturais, populares e tradicionais, e a educação formal. Serão três frentes de atuação:
    • formação de gestores e agentes culturais;
    • formação artística e profissional;
    • consolidação de uma política cultural voltada para instituições públicas de ensino.

A economia em todas as áreas da cultura 

Na nova estrutura proposta, a pauta da Economia da Cultura será reforçada em seu caráter estratégico e efetivamente transversal, criando condições para sua presença em todas as secretarias e vinculadas

A pauta da economia foi inaugurada no Ministério da Cultura em 2006, com o ministro Gilberto Gil e o então secretário-executivo Juca Ferreira. O Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec) surgiu com o objetivo de difundir em todo o Ministério o olhar para economia da cultura, em vista da importância da cultura na sociedade de serviços, na geração de emprego e renda, na produção, comercialização e consumo dos bens e serviços culturais e na centralidade do desenvolvimento econômico e social. 
 
O Ministério da Cultura reafirma seu compromisso com o fortalecimento da pauta das muitas economias da cultura. Retoma-se o conceito mais amplo de economia da cultura para as políticas públicas e se reafirma o potencial da cultura na concepção e no desenvolvimento de outras economias.
 
A Secretaria de Políticas Culturais (SPC), responsável pela coordenação programática do ministério, assume a coordenação da pauta da economia, de modo a zelar pelo seu cumprimento, por meio de políticas, programas, ações e projetos, em todas as secretarias e vinculadas do MinC. Haverá continuidade, aperfeiçoamento e ampliação de todos os programas e projetos em curso e voltados para a economia da cultura, avançando em sua maior institucionalização no sistema MinC.
 
Além disso, o ministério se compromete a aprofundar o debate da participação da cultura na economia, através da publicação da "conta satélite", estudos, pesquisas, indicadores e ações concretas que projetem economicamente o campo da cultura no cenário nacional e internacional. 
 
Comissão Nacional
 
O Ministério da Cultura anuncia ainda a criação de uma Comissão Nacional de Economia da Cultura, com participação do governo e da sociedade civil, para debate e construção coletiva da agenda de cultura e desenvolvimento. Para tratar do assunto, foi iniciada uma parceria importante entre o MinC e a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, de modo a incorporar na centralidade da agenda política governamental os assuntos relativos à economia da cultura e economia criativa. 
 
A diversidade cultural mantém-se como pilar para as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da economia da cultura em todo o território nacional. As experiências de participação produtiva, inovação, sustentabilidade e organização advindas das mais variadas práticas culturais continuarão sendo importantes insumos para a construção de um novo modelo de desenvolvimento nacional, mais humano e plural.
 

Fonte: MinC

ONU oferece bolsas para jornalistas cobrirem Assembleia Geral em NY

Jornalistas aguardam pronunciamento diplomático na sede das Nações Unidas. Foto: ONU/Paulo Filgueiras

Fundo Dag Hammarskjöld para Jornalistas está com inscrições abertas até 16 de março de 2015 para o programa de bolsas para a cobertura da 70ª sessão da Assembleia Geral.

Podem se inscrever jornalistas profissionais, de países em desenvolvimento da África, Ásia-Pacífico, América do Sul e Caribe. É necessário ter de 25 a 35 anos e estar trabalhando período integral em organizações de mídia em rádio, TV, impresso ou web. A bolsa cobre os custos de transporte, alimentação e hospedagem em Nova York no período de setembro a novembro.

Os candidatos devem demonstrar interesse e comprometimento com questões internacionais e transmitir um melhor entendimento das Nações Unidas a seus leitores e espectadores. Também devem ter aprovação de seus veículos de imprensa para passar três meses em Nova York para enviar reportagens das Nações Unidas.

Quatro jornalistas são selecionados por ano e a eles é oferecida a oportunidade de observar as deliberações da diplomacia internacional nas Nações Unidas, fazer contatos profissionais úteis para o futuro, interagir com jornalistas de outros lugares do mundo e ampliar a perspectiva e o entendimento sobre as questões que preocupam o mundo.

Saiba mais em: www.unjournalismfellowship.org.  Dúvidas sobre o programa podem ser enviadas para o email  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.