Música

Popload Gig anuncia shows com atrações femininas de Nova York

A edição de maio do badalado Popload Gig - evento cult realizado pelo blog Popload do jornalista Lúcio Ribeiro - terá duas atrações de Nova York: a dupla japonesa Cibo Matto e o trio de meninas do Brooklyn Au Revoir Simone. Os shows acontecem no dia 11 de maio, às 20h, no Cine Joia, em São Paulo. Ingressos saem a R$140 (inteira) e R$70 (meia).

Representante da efervescência cultural de Williamsburg, no Brooklyn, a banda cult Au Revoir Simone é formada por três garotas e três teclados, além de uma bateria eletrônica. O resultado dessa composição incomum é um dream-pop vintage e delicioso, que lembra Stereolab, Air e Kings of Convenience. Erika Forster, Annie Hart e Heather D'Angelo estão juntas desde 2003 e lançaram quatro discos (o último, "Move In Spectrums", saiu no ano passado). As garotas já se apresentaram no interior paulista durante a Virada Cultural, mas esta será a primeira apresentação da banda na capital.

Do synth-pop ao avant-pop
Popload Gig também apresenta o duo Cibo Matto, que no final dos anos 90 era presença certa em todas as pistas de festinhas cool da cidade, e que volta a São Paulo após um hiato de quase 15 anos. Formada pelas japonesas Yuka Honda e Miho Hatori em 1994, em Nova York, a dupla logo assinou contrato com a Warner e lançou o primeiro disco de estúdio: "Viva! La Woman". Divertido, esquisitão e com letras que em sua maioria falavam de comida, o disco nasceu hype e ficou famoso pela música "Know Your Chicken" e pelo vídeo conceitual para o hit "Sugar Water", dirigido por Michel Gondry.

De lá pra cá, vieram colaborações com Yoko Ono, Gorillaz e Sean Lennon, que chegou a integrar a banda de 1997 até 2002, quando o grupo se desfez. Dez anos depois, Honda e Hatori voltaram a tocar juntas, lançando o elogiadíssimo álbum "Hotel Valentine" no ano passado, pelo selo de Sean.

POPLOAD GIG

Criado em 2009, o Popload Gig já se tornou referência no Brasil da “nova música”, tanto internacional como brasileira. Além de abrir as portas para grupos iniciantes da cena rock e eletrônica nacional, é o único pocket festival do país a sistematicamente trazer atrações estrangeiras para tocar no Brasil. Só em 2013, foram nove edições, contabilizando vinte e sete no total, algumas delas realizadas em quatro capitais (São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza e Rio de Janeiro).

Entre suas edições históricas, o Popload Gig já ofereceu um dos últimos shows da carreira do grupo nova-iorquino LCD Soundsystem, assim como os britânicos do Primal Scream tocando na íntegra o seminal álbum “Screamadelica”. Teve também Tame Impala, Feist, The Breeders, Daniel Johnston, Grizzly Bear, The Rapture, The Kills, Metronomy, Friendly Fires, Devendra Banhart, Solange e of Montreal. Entre os brasileiros já se apresentaram Silva, Aldo, Kassin, Copacabana Club, The Twelves e Holger.

Em outubro de 2013 aconteceu o primeiro Popload Festival, que trouxe ao país o cultuado grupo The XX. Neste ano, o festival será no dia 29 de novembro e a banda inglesa Metronomy é uma das atrações internacionais confirmadas. 


Popload Gig
Domingo, 11 de maio, às 20h
Atrações - Au Revoir Simone e Cibo Matto
Valores - R$ 140,00 (inteira) / R$ 70,00 (meia-entrada)
Vendas - www.facebook.com/cinejoia na aba “Compre seu Ingresso” e cinejoia.tv/ingressos
Local - Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82 - Liberdade, São Paulo)

Entrevista: Filipe Catto abre o jogo sobre preconceito, música e carreira internacional


Filipe Catto, 26 anos, cantor, compositor, violonista e pianista brasileiro, nascido em Lajeado (RS), criado em Porto Alegre e radicado em São Paulo, é o nosso entrevistado da semana. O rapaz de pele alva, traços finos, cabelos e olhos negros é um daqueles fenômenos da música em que basta uma única audição para causar uma sensação de frescor no ouvinte atento.

Comigo não foi diferente. Já tinha escutado a canção “Saga” que trilhava uma das poucas novelas da TV Globo que acompanhei assiduamente, Cordel Encantado. Mas confesso que ali ainda não tinha atentado para Filipe (pensava que era a voz de uma mulher, alguma nova cantora). A “revelação” veio ao assistir, por algum desses acasos da internet, ao vídeo da música “Adoração” (assista abaixo). 

  

Encantada pela novidade, mergulhei no universo desse jovem cantor, com fala de artista maduro, e que já goza do status de estrela, assinando contrato com uma das mais poderosas corporações da música mundial (Universal Music), sendo apontado como um dos melhores da sua geração. Atualmente, Catto possui um EP (Saga), dois álbuns (Fôlego e Entre Cabelos, Olhos e Furacões) e um DVD lançados.

Há algumas semanas escrevi uma matéria - em mais uma parceria com a revista Jungle Drums de Londres - onde elegíamos as 30 estrelas da nova música brasileira. E para nossa surpresa (ou não), os leitores na capital britânica nos enviaram uma enxurrada de mensagens celebrando a música de Filipe Catto.

Na entrevista, que você lê logo abaixo, ele fala sobre música, nova MPB, relação com a gravadora, mercado, sociedade brasileira, carreira e outras intimidades, confira:

Lívia Rangel - Artistas da nova MPB/Pop como você, a Céu e o Vanguart vêm emplacando músicas inéditas em novelas da TV Globo, com enorme aceitação do público. Acha que a TV aberta brasileira está mais atenta e disposta aos novos talentos da música?

Filipe Catto - Acho que esse é um processo natural, uma vez que todo o cenário da música está mudando muito rapidamente. Antes, a pirâmide era invertida, e o artista tinha que subir até as grandes mídias para desaguar no público. Hoje a internet acabou com isso, e as grandes mídias, a televisão, a rádio precisam se atualizar, o público pede por isso.

"Existe um momento musical muito precioso, muito poderoso, sem equivalentes, sem nostalgias"

Ainda há muito o que fazer, a televisão brasileira carece de bons programas de música, e os canais que faziam esse papel acabaram ou substituíram sua grade por reality shows e programas de humor. Mas acho que aos poucos vamos mostrando nossa cara. Existe um momento musical muito precioso, muito poderoso, sem equivalentes, sem nostalgias. Não é como nenhuma outra coisa que já se viu... Cada um desses artistas novos é todo um universo riquíssimo.

Lívia - A Universal Music abraçou o seu trabalho desde o disco de estreia, Fôlego (2011), renovando a parceria em Entre Cabelos, Olhos e Furacões (2013). Como tem sido trabalhar com um dos grupos mais poderosos do mercado fonográfico mundial?

Filipe - Tem sido muito bacana. Eu acho que qualquer parceria tem de ter transparência, e isso é o que aconteceu desde o início na gravadora. Eles têm seu papel, eu tenho o meu, e acho bacana unir forças pra fazer o trabalho acontecer. Mas isso significa trabalho conjunto mesmo, eu meto a mão na massa sem dó. Estar numa gravadora não significa alienação dos meios de produção, pelo contrário. É uma via de mão dupla, minha responsabilidade enquanto artista e profissional só aumenta. 

Lívia - Fala um pouco mais dessa experiência de integrar o catálogo da Universal. Já teve a oportunidade de conhecer os grandes ícones como Caetano Veloso, Edu Lobo, Gal? Sem falar na constelação que é o catálogo internacional da gravadora... 

Filipe - Ah, não é bem assim! Eu adoraria conhecer todos eles, e conheço alguns, mas muito superficialmente, como fã mesmo. Já encontrei o Caetano, a Gal, que foram muito doces, muito bacanas, mas eu morro de vergonha! Lenine é maravilhoso, pessoa incrível... Seu Jorge... O que eu acho mais legal é poder pegar os discos, as caixas de disco e levar pra casa.

Lívia - Você canta, toca violão e piano, compõe. Onde se sente mais à vontade, no palco ou em estúdio? Porquê?

Filipe - No palco, sem dúvidas, porque é onde eu sinto que eu sou realmente artista com todas as letras. É onde a música está viva, pulsando, e eu gosto é de tocar em tempo real. Tudo que eu faço é para estar ali, até mesmo gravar um disco. O disco pra mim é um pretexto pra estar no palco.

Lívia - Seus discos vêm resignificando ritmos mais românticos como Tango e Bolero na MPB, trazendo-os para a contemporaneidade. Como eles entraram na sua vida?

Filipe - Pelo rádio, pela televisão. Eu adoro essas canções, cresci ouvindo de tudo, desde Elis até Pixies. Eu gosto do despudor da música romântica, do desespero do bolero. No fim da noite, o que a gente quer ouvir mesmo é essa coisa rasgada. Eu acho que a nudez que esse repertório propõe é absolutamente rock´n´roll. Maysa é rock´n´roll, Elis, Buika, La Lupe, Bola de Nieve. Esses artistas me trazem algo absolutamente kamikase.

"Eu gosto do despudor da música romântica, do desespero do bolero"


Lívia - Dia desses vi pela sua página do Facebook um post em que você dizia: "Se eu fosse uma canção, eu seria essa: The Killing Moon do Echo and the Bunnymen". Onde entra o rock na sua arte? Você chegou a integrar uma banda de rock quando mais novo, se não estou errada, né?

Filipe - O rock é meu berço, é de onde eu vim originalmente. Eu sou gaúcho, cresci e me desenvolvi artista em Porto Alegre, e lá o rock é um assunto sério. Eu sempre vi mais o rock como atitude que como som, quando eu comecei a tocar eu era frontman de um power trio. Tocava guitarra e cantava, aí minha banda se dissipou e eu fui tocar sozinho, só com violão. E dessa experiência vieram as primeiras canções, e a coisa de ser um artista solo, com nome e sobrenome. 

"O rock é meu berço, é de onde eu vim originalmente"

Lívia - Músicas autorais como "Saga" e "Adoração" viraram grandes hits. Como tem sido a resposta do público às suas músicas na turnê do disco Entre Cabelos, Olhos e Furacões. Qual a mais pedida nos shows, por assim dizer?

Filipe - Nem sei dizer! “Saga” sempre é fortíssimo, “Adoração” também! A galera gosta de cantar junto, mas tem umas músicas que surpreenderam, tipo “Crime Passional”, “Ascendente em Câncer”, “Dia Perfeito”... As pessoas pedem as que saem do repertório também, às vezes a gente improvisa no bis!


Lívia - Em uma publicação de janeiro, a Eleven Culture - juntamente com a Jungle Drums - elegeu as 30 estrelas da nova música brasileira. Você foi um dos artistas mais festejados pelos leitores de Londres. Tem planos de expandir a turnê para a Europa, se apresentar no Reino Unido? 

Filipe - Não vejo a hora de voltar para a Europa, ano passado nos apresentamos em Lisboa e foi maravilhoso, acima de todas as expectativas, fui recebido com muito respeito pelo público europeu. Eu adoraria ir pra Londres o quanto antes, mas isso independe da minha vontade. Eu dependo de convite pra festivais e outras iniciativas pra poder levar o show praí, porque viajar com a equipe é muito caro. Mas acho que logo estaremos em terras inglesas, já está na lista de intenções.

"Não vejo a hora de voltar para a Europa, fui recebido com muito respeito pelo público europeu"

Lívia - Mudando um pouco de assunto...está acontecendo uma votação pelo site da Câmara dos Deputados que vem dividindo a opinião dos votantes sobre a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família. Por enquanto os conservadores vêm ganhando. Qual a sua opinião sobre esse tema? Acha que o Brasil avança ou regride nesse sentido?

Eu acho isso de uma ignorância tremenda, sinto uma vergonha tão grande quando vejo isso. Vergonha mesmo, de ver onde o desespero do conservadorismo chegou, está meio patético. Eu acho que é tudo circo, especulação, porque a sociedade já mudou, as pessoas já mudaram. Todo mundo tem direito a amar, a ter sua família, eu vejo isso no dia dia. Eu acho que o Brasil está avançando de certa forma, agora já pode casar e tudo, mas faltam algumas coisas básicas, como a criminalização da homofobia, que é fundamental. Parece aquela coisa de dois passos pra frente e um para trás, não dá pra esquecer que somos feitos de tradição e de transgressão o tempo todo.

"A sociedade (brasileira) já está muito diferente, por isso eu sinto que a intolerância e o desespero do conservadorismo está tão latente"

Mas a sociedade já está muito diferente nesse sentido, por isso eu sinto que a intolerância está tão latente. Não é que não existia, mas agora como as conquistas estão sendo alcançadas, os mortos vivos saem da tumba e ficam enchendo o saco. Eu, pessoalmente, acho uma discussão velha, boba, irracional, é obvio que os conservadores estão completamente errados, sem embasamento e calcados em opiniões religiosas totalmente sem nexo.

Eu acredito em outro mundo, fico muito feliz de ver nos shows a diversidade da plateia, gays, famílias, pessoas de idade, garotas com suas namoradas e os filhos dos amigos todos juntos cantando, eu acredito nisso, num sistema onde as escolhas sejam livres, onde isso não seja mais um assunto de discussão. Viver e amar é muito mais natural do que isso.

Lívia - Quem é o Filipe por trás do 'Filipe Catto'?
Filipe - Um ser comprometido com o próprio espírito, com a própria verdade e com as transformações que acontecem constantemente. Cabelos, olhos e furacões.




Trio Caetanave está de volta ao Carnaval; veja como foi o 'Furdunço' em Salvador



Com apoio de Carlinhos Brown, a Caetanave e o trio Garrafão reestrearam no Carnaval baiano

Furdunço! Segundo o dicionário informal é sinônimo de desordem, bagunça e confusão. Mas no Carnaval 2014 de Salvador, o significado é de alegria, oportunidade e família. O projeto da Prefeitura Municipal tem por objetivo dar visibilidade aos artistas de menor porte e oferecer mais opções ao folião pipoca que curte a maior festa de rua do planeta. O projeto também traz apresentações gratuitas de grandes estrelas da música brasileira e da cultura baiana como Baby do Brasil, Carlinhos Brown, Luiz Caldas e Paulinho Boca.

Mas entre as atrações do "Furdunço", uma novidade roubou a cena: o retorno da histórica Caetanave - trio elétrico de Orlando Tapajós, feito em homenagem ao retorno de Caetano do exílio, durante a ditadura militar, que foi reformado com apoio de Carlinhos Brown e agora entregue de volta à folia baiana. 

Estamos acordando para um Carnaval que é realmente o Carnaval da família. Buscando novas soluções em modelos tradicionais, afirmou Carlinhos Brown durante o 'Furdunço'

Carlinhos Brown e o ZarabeCarnaval sem cordas

O Furdunço, talvez, seja a melhor ação desenvolvida pelo governo municipal na festa deste ano. A estreia aconteceu na tarde da última sexta (28), no circuito Osmar (Campo Grande) e no lugar dos trios, cordeiros e grandes blocos, estavam manifestações culturais como os bonecões, as Ganhadeiras de Itapuã, a Orquestra de Pandeiros, e os grupos de percussão Quebales e Stomp (BR/EUA). 
 
Já nos minitrios (outra atração à parte do projeto), que permitiu que o folião pipoca tivesse mais espaço para se divertir, passaram Baby do Brasil, Paulinho Boca de Cantor, Alavontê (que reúne grandes nomes do Axé Music como Manno Góes, Ricardo Chaves e outros), Vitrola Baiana e grupo BaianaSystem, que arrastou uma multidão na avenida (foto em destaque abaixo).
 
Quem conferiu o projeto pode ver pessoas de todas as idades curtindo os velhos e os novos sons produzidos na capital baiana e fora dela.

Marco da festa nos anos 70, o Garrafão e a Caetanave desfilaram pelo Campo Grande, e junto com Brown, que estava à frente do Zárabe - projeto idealizado pelo cacique para homenagear a cultura muçulmana e reúne aproximadamente 250 percussionistas -, arrastaram uma multidão misturando percussão, marchinhas e guitarra baiana.
 

BaianaSystemProjeto da Prefeitura de Salvador fomenta o Carnaval sem cordas para o folião "pipoca" (Foto: BaianaSystem)

Na próxima segunda-feira (03), o projeto será realizado no circuito Dodô (Barra - Ondina), a partir das 21 horas. Confira as atrações que desfilarão na capital baiana:

1. Carlinhos Brown (Camarote Andante)
2. Luiz Caldas (Caetanave) 
3. Alexandre Leão (Garrafão)
4. Quabales e Stomp (chão)
5. Bereguedê (transeunte)
6. Bailinho de Quinta (minitrio)
7. Companhia de Dança de Folguedos (Chão)
8. Fred Menendez (Rixô Elétrico)
9. Alex da Costa (Coreto Elétrico)
10. Besouro Voador (chão)
11. Microtrio
12. Paraoano Sai Milhó (chão)
13. Viola Vadia (Carroça Elétrica)
14. Vitrola Baiana (minitrio)
15. Baianidade Retrô (minitrio)
16. Bonecões em Folia (chão)
17. Adão Negro (minitrio)
18. Baiana System (minitrio)

Veja alguns momentos da estreia do Furdunço, nesta sexta-feira, em Salvador:



 
 

Dica do internauta: ouça íntegra do álbum Vamos Pro Quarto da banda Cérebro Eletrônico


DivulgaçãoMúsicos da Cérebro Eletrônico fugiram da atmosfera da cidade para compôr as faixas de Vamos Pro Quarto

Estreando o quadro "Dica do Internauta" (onde o leitor da Eleven pode enviar sugestões de clipes e discos da nova safra da música brasileira, por meio do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou mandando uma mensagem pela nossa fan page www.facebook.com/elevenculture), vamos conhecer e ouvir - a pedido da internauta Angelina Marques -, o mais recente trabalho da banda paulista Cérebro Eletrônico, que já foi destaque por aqui.  

Na Retrospectiva 2013 (relembre clicando aqui), a equipe da Eleven Culture destacou o lançamento do disco Vamos Pro Quarto como um dos melhores do BRock no ano passado. Faixas como "Libertem os Faunos" e "Um Brinde aos Pássaros" remontam à sonoridade de bandas icônicas como Secos e Molhados e Mutantes com toques de contemporaneidade, cheias de climas, sarcasmo, vozes dobradas e programações eletrônicas.

Psicodelia "In Natura"
Em dezembro de 2012, os integrantes da Cérebro Eletrônico viveram um fim de semana alucinante no Recanto Rural do “Mestre Puí”, localizado nas montanhas de Bragança Paulista, para criar as músicas do disco. "Foram três dias ininterruptos de chuva onde a única coisa que restava aos integrantes era mandar brasa e mergulhar no processo de composição e insanidade compartilhada sob um mesmo teto", contam os músicos. 

A banda comemora 12 anos em 2014 e é formada por Tatá Aeroplano (vocal), Fernando Maranho (guitarra), Gustavo Souza (bateria), Fernando TRZ (teclados) e Renato Cortez (baixo). Seus álbuns anteriores são Onda Híbrida Ressonante (2004), Pareço Moderno (2008) e Deus e o Diabo no Liquidificador (2010).

Ouça abaixo a íntegra do disco Vamos Pro Quarto - dica da internauta Angelina Marques:  


Vamos Pro Quarto
 (2013)
Cérebro Eletrônico
R$14,00
www.cerebrais.com.br

Surpresa! Tulipa Ruiz encontra Filipe Catto no público e os dois fazem dueto direto do plateia

Dois dos maiores nomes da nova safra de artistas brasileiros, a cantora paulista Tulipa Ruiz e o gaúcho Filipe Catto, promoveram um encontro pra lá de inusitado no show da turnê Tudo Tanto, dia 16 de fevereiro, no SESC Bom Retiro. Ao descobrir a presença do cantor e compositor na plateia, Tulipa desceu do palco e foi até ele, onde cantaram direto do público a faixa "Cada Voz".

Leia também: Top 30: as estrelas da música brasileira que não tocam na rádio

Veja o registro do encontro inusitado feito pelo internauta Lucas Neiman: