Música

Super astro pop, Prince morre aos 57 anos em casa

Uma noticia estranha pegou a todos de surpresa, hoje: morreu aos 57 anos, o superstar, cantor e compositor norte-americano Prince, em sua casa em Minnesota, EUA. De acordo com a BBC, seu assessor confirmou a informação.  A policia recebeu uma chamada para uma emergência médica no início desta quinta. Uma investigação foi aberta para entender as circunstancias da morte do astro.  


Prince foi um músico multi-instrumentista e dançarino norte-americano, considerado por muitos um dos maiores ícones pop de todos os tempos, assim como um dos mais talentosos e conhecidos mundialmente, após de ter vendido mais de 100 milhões de álbuns e 60 milhões de singles.

Os singles e álbuns de Prince, especialmente os lançados nos anos 80, estão quase sempre entre as 5 primeiras posições de todas as listas de melhores músicas ou discos de todos os tempos, com destaque para o álbum Purple Rain, lançado em 1984. Sua música mistura diversos generos musicais como funkR&Bsoulnew wavejazzrockpop e hip hop. Foi considerado o 33º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Prince tinha a habilidade de juntar elementos de todos estes estilos musicais fazendo uso de sintetizadores e Bateria eletronicadesde o início da sua carreira no fim dos anos 1970, tornando conhecido o som de Minneapolis, influenciando todos os novos artistas até hoje.

 

Lay, Liniker e Rico Dalasam falam sobre música e gênero

Nesta terça-feira, dia 19 de abril, a partir das 20h, acontece a palestra “Música e Gênero”, com LayDirty, Liniker e Rico Dalasam, no Red Bull Station, parte da programação do Pulso. O evento será gratuito e aberto ao público.

Leia mais:


Moderado pela jornalista Luciana Rabassalo, Rico, Lay e Liniker discutem o atual estado da música e da questão de gênero e como os dois assuntos se relacionam e são encarados pelo público. 

O paulistano de Taboão da Serra Rico Dalasam, 26, o primeiro rapper assumidamente gay do país, despontou nos últimos dois anos com sua música unindo letras sobre orgulho gay e negro ao estilo de festa e ferveção. Em 2015, ele lançou o EP “Modo Diverso”.

Nascida e criada em Osasco, a cantora LayDirty faz uma música com raízes no punk e no dancehall. Acaba de lançar o EP “129129”, com letras com discurso empoderador e feminista. Para além da música, ela mantém um experimento visual constante em seu Instagram.

Natural de Araraquara, interior de SP, o jovem cantor Liniker foi um dos nomes mais falados em 2015, quando lançou o EP “Cru” e três vídeos seus viralizaram na internet. Considerado a nova voz do soul nacional, ele também estuda teatro e vê a estética como uma ferramenta política, usando-a para transmitir sua identidade como homem gay e negro.

Pulso é um projeto que ocupa o Red Bull Station entre 04 e 30 de abril no qual 30 músicos e produtores independentes de todo Brasil se juntam para discutir o mercado da música e criar novos sons.

A entrada é gratuita, sujeito a lotação do espaço, e pulseiras começam a ser distribuídas com 1h de antecedência. 

 

Música e Gênero, com Lay, Liniker e Rico Dalasam @ Pulso - Red Bull Station

Data: 19 de abril de 2016
Horário: 20h (pulseiras distribuídas com 1h de antecedência)
Local: Red Bull Station
Endereço: Praça da Bandeira, 137 – Centro – São Paulo
Telefone: 11 3107-5065
Capacidade: 120 pessoas
Censura: Livre
Entrada: Gratuito
Site: http://www.redbullstation.com.br/pulso/

Nova geração mostra que a arte brasileira voltou a se engajar


Com as palavras de ordem #OcupeaDemocracia e #MusicaPelaDemocracia, acontece, nesta quinta-feira, no Largo do Batata, em São Paulo, mais um dia do evento Música pela Democracia com shows gratuitos de BNegão Trio, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, Bixiga70, Tiê e Lirinha, entre outros grupos culturais.

O projeto começou no último domingo (10) e vai até o dia 17 - quando acontece em Brasilia a votação do pedido de Impeachment da presidente Dilma Rousseff - e vem reunindo jovens e ativistas em prol da luta pela democracia no Brasil e contra a corrupção.

“O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades e injustiças, na conquista de mais espaço de liberdade, na eterna tentativa de transformar este nosso país na casa de todos e não na dos poucos privilegiados de sempre.

"Nós, trabalhadores das artes e da cultura em seus mais diversos segmentos de expressão, estamos unidos na defesa dessa democracia”, diz trecho do texto oficial, assinado por Leonardo Boff, Chico Buarque de Hollanda, Wagner Moura, Fernando Morais e Eric Nepomuceno.

A banda pernambucana Eddie, uma das atrações da programação da última quarta-feira, comemorou o sucesso do evento. "Ontem a noite no Largo da Batata em São Paulo foi lindo demais ‪#‎musicapelademocracia‬ ‪#‎nãovaitergolpe‬ O boné foi um presente especial. Valeu meu povo!"

Veja o video com a visão aérea do evento: 

No Rio de Janeiro, o ato cultural em defesa da democracia reconquistada, que ocorreu nesta segunda-feira (11),  contou com a participação de dezenas de artistas e intelectuais. De Chico Buarque, Beth Carvalhon e José Celso a Otto, Tico Santa Cruz e Leonardo Boff; além de representantes de movimentos sociais populares, originários, culturais e estudantis. 

Pela internet, a cantora e compositora Céu também se posicionou a favor do fortalecimento da democracia no Brasil. Leia carta na íntegra:

"Meus heróis musicais foram as ruas e lutaram pela liberdade de se expressar, de pensar, de votar. Lutaram pela democracia. Sonharam e vislumbraram uma nova era. Penso que ainda estamos distantes deste sonho. Mas tenho certeza que, indiferente da posição política de cada um, só existe um meio de, um dia quem sabe, chegarmos num sistema limpo, comprometido com as necessidades de um país como um todo, e não de uma classe específica. Um país mais nivelado, social e financeiramente.

Dessa forma, a última coisa que deveríamos comprometer é o nosso direito de ter voz. Retificando aqui, não é uma defesa ao governo vigente e sim, uma defesa a democracia que foi conquistada com tanto suor. Clarice Falcão sintetizou: "-eu também revirava o tabuleiro de WAR quando estava perdendo….quando tinha 7 anos"

Espero que possamos mostrar que somos um país jovem, mas que não andaremos 10 casinhas pra trás no jogo. Que iremos preservar a única forma de ainda termos a rédea (ou pelo menos uma parte dela) nas mãos. Vamos cuidar da democracia no Brasil!"

Fato é que, se por um lado a música pop (leia-se o mainstream), em sua grande maioria, parece seguir calada sobre o atual momento sociopolítico do Brasil - com as exceções de sempre, tais quais Caetano, Gil e Chico - do outro lado, surge uma nova geração que vem se engajando, se aproximando dos apelos do povo e espalhando sua voz pela web.

Uma mostra dessa "nova onda" foi o massivo apoio que os estudantes das escolas estaduais paulistas obtiveram, durante as ocupações das escolas, ganhando shows privados de nomes como Pitty, Criolo, Chico César, Tulipa Ruiz, Karina Buhr, e também veteranos do rock nacional como Paulo Miklos e Arnado Antunes, e muitos outros que puderam comparecer e levar sua arte aos estudantes.

Veja o clipe da música "O Trono de Estudar" inspirada nas ocupaçoes das escolas de SP:

Para saber mais sobre o Música pela Democracia acesse a pagina oficial no Facebook

Zeca Baleiro completa 50 anos; relembre sucessos da carreira

Zeca Baleiro sempre teve estreita ligação com a música, prestando atenção aos sons dos tambores do folclore do Maranhão, onde nasceu.
 
Acabou ganhando dos amigos de faculdade o apelido de Baleiro, porque durante a aula  não cansava de fazer barulho abrindo e consumindo balas e guloseimas. Gostou tanto do apelido que adotou como nome artístico e chegou, até mesmo, a  montar uma loja de doces e tortas.
 
Mudou-se para o Rio de Janeiro nos anos 90 e acabou ganhando um empurrãozinho de Gal Costa quando participou da gravação do show para  a MTV.

Seu primeiro disco saiu em 97 e de lá pra cá Zeca Baleiro  é um dos nomes mais requisitados não só no Brasil. Além de suas músicas, que misturam folclore, samba e ritmos eletrônicos, Zeca também transformou-se em produtor musical de primeira. O novo CD, o décimo sexto da carreira, vem aí no final de maio.

Vamos relembrar alguns sucessos de Zeca Baleiro:


Dona Onete se prepara para lançar novo disco; ouça e baixe single

Com um ritmo acelerado e festivo, "Banzeiro", novo single da Dona Onete, é uma releitura do gênero banguê, que foi trazido pelos escravos que trabalhavam nos engenhos, no interior do Pará. O nome da faixa também é o título do seu novo disco e remete à onda forte provocada pelos motores de barcos que navegam pelos rios da Amazônia.

Baixa o single 'Banzeiro' aqui 

De boleros à carimbós, o álbum conta com doze canções autorais e também com as participações especiais das cantoras paraenses Lia Sophia e Aíla. A banda é composta JP Cavalcante (percussão), Vovô (bateria), Breno Oliveira (contrabaixo) e Pio Lobato (guitarra), que também é o produtor musical do disco. 

Com esse segundo trabalho, a cantora pretende levar um pouco da música paraense para o Brasil afora. "Minha maior felicidade é fazer com que mais pessoas conheçam a nossa música", comenta. O álbum tem previsão de lançamento para junho deste ano e o projeto inclui a gravação do disco e shows de lançamento em Belém e São Paulo.